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Construção civil espera gerar mais de 200 mil empregos este ano.

RIO – A expectativa de que os juros básicos cheguem a menos de 10% ao ano até o fim de 2017 animou a construção civil. Os lançamentos na planta devem voltar no segundo semestre, de acordo com incorporadoras, juntamente com os mais de 200 mil empregos perdidos em 2016. A recuperação esbarra nos estoques de imóveis prontos ou em construção. Segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), há 117,7 mil imóveis à espera de comprador, o suficiente para atender à demanda por um ano e quatro meses. O estoque aceitável é de um ano. Esse é o patamar médio do setor. A partir dos números de nove incorporadoras com ações em Bolsa, o banco JP Morgan calcula que os estoques somam 24 meses hoje, totalizando R$ 23,4 bilhões em valor de mercado dos imóveis. Os problemas se concentram nos ramos de média e alta renda — nos quais os estoques estão entre 35 e 40 meses, contra 15 meses há dois anos. No caso das companhias que atuam na baixa renda (essencialmente MRV e Direcional), eles são de 13 meses.

 

MPF processa União, BA e empreiteiras por ‘construção ilegal’ de estaleiro.

O Ministério Público Federal (MPF) em Feira de Santana (BA) ajuizou nesta segunda-feira, 9, ação civil pública contra as empresas Odebrecht, OAS Engenharia e Participações, Construtora OAS, Kawasaki Heavy Industries, UTC Engenharia – integrantes do Consórcio Estaleiro Enseada do Paraguaçu – e contra o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), a União e o Estado da Bahia “por autorizarem e instalarem, ilegalmente”, o Estaleiro Enseada do Paraguaçu, na Reserva Extrativista Baía de Iguape, em Maragogipe (BA), a 150 quilômetros de Salvador. As informações foram divulgadas pela Assessora de Comunicação do Ministério Público Federal na Bahia.

A Odebrecht, a OAS e a UTC comandaram cartel de empreiteiras no esquema de propinas instalado na Petrobras entre 2004 e 2014. Seus dirigentes acabaram presos na Operação Lava Jato.

O procurador da República Samir Cabus Nachef Júnior requer à Justiça Federal, liminarmente, “que os réus tomem providências para reparar os danos ambientais causados pela obra”. Segundo a ação, o Estaleiro Enseada do Paraguaçu foi construído em parte da Reserva Extrativista (Resex) Baía do Iguape, “que teve seus limites territoriais alterados ilegalmente para possibilitar a implantação do polo naval na região”.

“A alteração foi feita por meio do que o Supremo Tribunal Federal considera um ‘contrabando legislativo’, o uso, inconstitucional de uma medida provisória (MP) para aprovar assunto diverso de seu conteúdo principal”, afirma o Ministério Público Federal.

A MP 462/2009 tratava da prestação de apoio financeiro, pela União, por meio do Fundo de Participação dos Municípios, mas contou com 23 emendas alheias ao seu texto principal, entre elas a alteração da área da reserva, sustenta a ação.

Reforma de casas aquece as vendas de materiais de construção.

Vendas de materiais de pintura e acabamentos residenciais apresentaram alta.

O pintor “cuca”, do bairro de Don Avelar, periferia de Salvador, desde novembro não para. Mão de obra disputada nessa época do ano, ele mal termina um serviço de pintura em uma residência do bairro, e já está sendo chamado para outro. No último dele, ainda sem concluir, foi cobrado R$ 900 para pintar dois quartos e uma sala, com textura e cores fortes. Mas antes mesmo do término do serviço já está sendo chamado para um novo trabalho num bairro próximo.

A disputa por mão de obra de pintores e pedreiros, além de aquecer o mercado de trabalho nessa época do ano, tem um efeito diverso no setor varejista do comércio de materiais de construção em Salvador. Na contramão da crise econômica, o setor surpreendeu os próprios empresários e apresentou um crescimento de 6% nas vendas em novembro, mantendo a mesma tendência para o mês de dezembro.

O crescimento nas vendas de materiais de pintura e acabamentos residenciais, que começou a ser evidenciado ainda em outubro, foi destacado pela Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do estado da Bahia – Acomac, que revelou que o setor vendeu 6% a mais em novembro em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em relação ao último mês de outubro, o crescimento foi de 5%. Em todo o estado são 7.900 lojas de materiais de construção, das quais aproximadamente 50% estão em Salvador e Região Metropolitana.

 

Construção civil quer evitar uso de FGTS para quitar dívidas

O setor da construção civil procurou nesta terça-feira (13) o governo federal para tentar barrar a possibilidade de liberação dos recursos do FGTS para os trabalhadores quitarem dívidas bancárias. A proposta vem sendo defendida pela ala política do governo para reativar o consumo dos brasileiros.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) alertou que o uso de dinheiro do fundo para essa finalidade retirará recursos que poderiam ser canalizados para novos investimentos do setor, que poderiam barrar o desemprego. “É tirar emprego. Será um erro histórico”, atacou o presidente da CBIC, José Carlos Martins.

Atualmente, 50% dos empregos perdidos todos os meses pelos trabalhadores brasileiros são da construção civil. Segundo Martins, o FGTS é o única fonte de recursos que ainda existe no País com taxas de captação baixas, num quadro em que os bancos têm sido “insensíveis” à situação do País e praticado “agiotagem” na hora de renegociar as dívidas das empresas.

Pessimismo tem leve queda na indústria de material de construção.

O fechamento das vendas de materiais de construção em novembro, deve ser regular, segundo o Termômetro da ABRAMAT – Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção. A sondagem também revela que dezembro deve apresentar redução em relação ao pessimismo do empresariado.

A margem de vendas boas para novembro é de 7,7%. Já 38,5% dos entrevistados aguardam resultados regulares. Em dezembro, o pessimismo do empresariado é de 7,7% (muito ruim) e 38,5% (ruim). Se comparado a novembro, o pessimismo da indústria de material de construção sofreu ligeira redução.

Anamaco e CAIXA assinam convênio para impulsionar Construcard

A partir de agora, quem solicitar o Construcard vai recebê-lo na agência da CAIXA no mesmo dia, em vez de esperar pelo cartão em casa. A nova versão do cartão também possibilita financiar equipamentos para reutilização de águas e fossas ecológicas, além de máquinas para segurança residencial (antes era apenas permitido adquirir equipamento de energia solar).

Segundo a CAIXA, a tecnologia de cartão com chip agregou mais segurança e reduziu as possibilidades de fraudes. Além disso, o processo de contratação se tornou mais ágil e trouxe mais comodidade ao cliente, que poderá baixar um aplicativo para consulta de extrato, saldo e até realização de bloqueio e desbloqueio de cartão.

Cartão Reforma – Programa do Governo oferece Dinheiro para Reforma da Casa

Auxílio visa beneficiar famílias de baixa renda na reforma de suas residências.

O Governo Federal, lançou um benefício que vai ajudar famílias de baixa renda e tem o objetivo de alavancar os empregos no setor da construção civil.

O Ministério das Cidades informou que 7,8 milhões de residências no Brasil necessitam ser reformadas, sendo que cerca de 3,8 milhões são de famílias cuja renda se enquadram nas regras do programa. O orçamento de 2017 reservou para esta iniciativa R$ 500 milhões.

Lançamento
O presidente da república, Michel Temer, destacou no Palácio do Planalto durante o lançamento que esta ação gerará muitos empregos e que o objetivo do cartão reforma é : “fazer com que a pessoa tenha cada vez mais condições dignas”.

Afirmou ainda: “Não há outra fórmula de gerar emprego senão incentivar a iniciativa privada”, alertou que quando milhares de pessoas vão às lojas de construção, elas estão contratando mais funcionários.

Venda no varejo de material de construção fica estável em Outubro

As vendas no varejo de material de construção ficaram estáveis em outubro, em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). Em relação a setembro, as vendas cresceram 3% no mês passado.

No acumulado de janeiro a outubro, o setor tem queda 7%. Em 12 meses, a baixa é de 8%.

Com isso, a entidade espera agora que as vendas no varejo de material de construção fechem o ano de 2016 com queda de 8% sobre 2015, quando o faturamento foi de R$ 115 bilhões.