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Reforma de casas aquece as vendas de materiais de construção.

Vendas de materiais de pintura e acabamentos residenciais apresentaram alta.

O pintor “cuca”, do bairro de Don Avelar, periferia de Salvador, desde novembro não para. Mão de obra disputada nessa época do ano, ele mal termina um serviço de pintura em uma residência do bairro, e já está sendo chamado para outro. No último dele, ainda sem concluir, foi cobrado R$ 900 para pintar dois quartos e uma sala, com textura e cores fortes. Mas antes mesmo do término do serviço já está sendo chamado para um novo trabalho num bairro próximo.

A disputa por mão de obra de pintores e pedreiros, além de aquecer o mercado de trabalho nessa época do ano, tem um efeito diverso no setor varejista do comércio de materiais de construção em Salvador. Na contramão da crise econômica, o setor surpreendeu os próprios empresários e apresentou um crescimento de 6% nas vendas em novembro, mantendo a mesma tendência para o mês de dezembro.

O crescimento nas vendas de materiais de pintura e acabamentos residenciais, que começou a ser evidenciado ainda em outubro, foi destacado pela Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do estado da Bahia – Acomac, que revelou que o setor vendeu 6% a mais em novembro em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em relação ao último mês de outubro, o crescimento foi de 5%. Em todo o estado são 7.900 lojas de materiais de construção, das quais aproximadamente 50% estão em Salvador e Região Metropolitana.

 

Procura
Para o vice-presidente da Acomac-BA, ainda é cedo para estabelecer um crescimento continuado a partir de 2017, mas ele admite que as ações recentes do Governo Federal, com o Construcard, no início de dezembro, e o lançamento previsto para fevereiro do Cartão Reforma, vão impulsionar ainda mais as vendas de materiais de construção. “O setor agrega vários outros setores do varejo é funciona como uma espécie de termômetro nas vendas”, disse.

Alexandre Cohim disse que os dados sobre as vendas no setor verificados na Bahia, seguem a média do que foi verificado em outros estados. Segundo os dados da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco), as vendas no varejo de material de construção cresceram 5,5% no mês de novembro, na comparação com outubro. A pesquisa foi realizada ouvindo 530 lojistas de todas as regiões do país entre os dias 25 a 30 de novembro.

Segundo o levantamento, as regiões Sul e Nordeste tiveram os melhores resultados do mês, seguidas pelo Norte. Já Centro-Oeste e Sudeste apresentaram vendas pouco superiores ao mês passado.No ano passado o setor de material de construção fechou com um faturamento de R$ 115 bilhões. A Anamaco mantém o otimismo para 2017 com as novas ações projetadas, que incluem a procura de grandes bancos para alocar fundos aos seus correntistas para a compra de material de construção.

A entidade projeta um crescimento de 3% no primeiro semestre e de 6% no segundo semestre de 2017, com previsão para o ano que vem de 5% de crescimento sobre 2016. Ainda de acordo com o estudo da Anamaco, cerca de 39% dos lojistas entrevistados pretendem fazer novos investimentos nos próximos 12 meses e 11% pretendem contratar funcionários em dezembro. Já o otimismo com relação às ações do Governo nos próximos meses retraiu de 55% para 50%.

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